segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Emissoras regionais aderem às transmissões ao vivo 24h pela internet

As principais emissoras do sul do Brasil estão aderindo, cada vez mais, às transmissões via internet da programação 24 horas ao vivo, facilitando a aproximação do público atual. Embora seja muito comum que várias delas transmitam ao vivo, em plataformas como o Facebook, Youtube ou em sites próprios, apenas os programas locais, o número de emissoras “full time” é ainda considerado baixo.

A novidade mais recente é o ingresso das afiliadas da Globo na plataforma GloboPlay. Desde a semana retrasada, a RPC Curitiba, NSC TV Florianópolis e RBS TV Porto Alegre já estavam com acesso liberado, restrito à região de cobertura de cada uma delas, com exceção da RBS TV, com sinal de Porto Alegre para todo RS. A NSC TV anunciou a novidade na última segunda-feira (16) – e que as demais emissoras estarão on-line em 2020. A RPC também estreou o sinal na semana passada, na terça, dia 17. A RBS TV também oficializou a estreia na última quarta-feira (18).

No SBT, as emissoras de Santa Catarina (SCC/SBT) e do Rio Grande do Sul (SBT-RS) disponibilizam há algum tempo a programação ao vivo através do YouTube. Na RecordTV, apenas a Record RS tem transmissão ao vivo 24h, hospedado na plataforma PlayPlus. A Bandeirantes entra na lista com a Band RS (no momento que testamos o sinal, o streaming estava fora do ar).

Em relação às afiliadas da Rede TV!, a TV Pampa de Porto Alegre também transmissão na internet. No Paraná, a TV Sudoeste, de Pato Branco, tem uma aba em site com a transmissão ao vivo, mas não há transmissão. 

As principais emissoras educativas também entram na lista: no Rio Grande do Sul a TVE-RS e no Paraná, a TV Paraná Turismo (Rede Paraná Educativa). 

Emissora de origem curitibana e com boa parte da programação atrelada à Igreja Universal do Reino de Deus, é possível acompanhar a CNT da capital paranaense na internet.

Foto: Pond5

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Campeonato Paranaense não terá transmissão na TV aberta em 2020

O Campeonato Paranaense de Futebol em 2020 não terá mais transmissão da TV aberta, pela RPC, afiliada Globo. A Federação Paranaense de Futebol (FPF) anunciou nesta segunda-feira (16) uma parceria com a serviço de streaming DAZN, com exibição exclusiva pela internet.

Segundo a assessoria de imprensa da FPF, serão transmitidas 54 partidas ao total, batendo o recorde anterior de 45 partidas em TV aberta e fechada, em 2016. O Campeonato Paranaense é o primeiro torneio regional a ser exibido na plataforma e de maneira exclusiva. Para assistir às partidas, o torcedor paranaense irá pagar R$ 19,90 por mês. “O novo posicionamento de preço é parte dos planos do DAZN para acelerar ainda mais seu crescimento no Brasil”, informou nota enviada pela empresa. 

A plataforma DAZN, no Brasil, também realiza a transmissão de competições como Copa Sul-Americana, Série C do Campeonato Brasileiro, Série A do italiano, Ligue 1, Campeonato Turco e jogos da Premier League. Além de futebol, também estão à disposição do assinante campeonatos nacionais e internacionais de basquete, tênis e lutas. 

Campeonato Catarinense 

O Campeonato Catarinense de Futebol terá transmissão, em TV aberta, pela NSC TV (Globo), no ano que vem. Será um jogo por rodada. Pelo terceiro ano seguido, a Federação Catarinense de Futebol, em parceria com a TV NSports, vai exibir pela internet os jogos que não serão exibidos na TV aberta. O pacote completo, com transmissão de todos os jogos ao vivo, custa R$ 59,90 (primeiro lote promocional). 

Campeonato Gaúcho

A RBS TV (Globo) segue com os direitos de transmissão do Campeonato Gaúcho de Futebol na TV aberta em 2020. Na TV fechada, alguns jogos selecionados serão transmitidos ao vivo pelo Premiere, canal do Grupo Globo – com exibição também pela internet. O pacote, que integra outros campeonatos estaduais do Brasil, custa a partir de R$59,90 mensais.

Foto: Reinaldo Reginato / Fotoarena / Lance!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Maricotinha é contratada pelo SCC/SBT

O SCC/SBT anunciou a contratação de Mônica Silva Prim, atriz que dá vida a uma das personagens mais populares de Santa Catarina: a Dona Maricotinha. Figura que resgata as tradições e costumes da cultura açoriana, Maricotinha esbanja espontaneidade com seu sotaque marcante e se destaca pela proximidade com a comunidade. A personagem estará todas as sextas-feiras, no "SBT Meio-Dia", para trazer informações, mostrar os principais eventos e reforçar a prestação de serviço no programa.

Para Gerson Cruz, diretor de conteúdo do SCC/SBT, a Maricotinha representa a essência da cultura de muitas famílias de Santa Catarina. “O sucesso desta personagem está relacionado à forma como as pessoas se veem representadas nos seus gestos e na sua fala. A Maricotinha é a essência de uma cultura muito forte e que, apesar do crescimento populacional e da incorporação de novos hábitos, ainda se faz presente, principalmente nas comunidades. A Maricotinha trará uma enorme contribuição para o SCC/SBT e nós esperamos que as famílias que nos acompanham possam se divertir e se informar com o talento desta grande artista que é a Mônica”. 

Chegada em grande estilo

A nova contratada do SCC/SBT chegou em grande estilo à sede da emissora na última sexta-feira (13). Uma limousine foi buscar a Dona Maricotinha no terminal de Integração do Centro (Ticen) e trouxe a nova estrela da emissora para participar ao vivo de sua estreia no SBT Meio-Dia. Emocionada, Maricotinha interagiu no palco com Hélio Costa, Maria Ester, Laércio Botega e Cibelly Favero. 

No "SBT Meio-Dia" foram exibidas reportagens sobre representantes da cultura açoriana em Florianópolis, além de uma reportagem feita pela Maria Ester na casa da Dona Maricotinha no Ribeirão da Ilha. Em 2020, a personagem criada por Mônica completa 18 anos de história encantando as pessoas e preservando a cultura açoriana.

Foto: SCC/SBT 

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Contratado desde 2018, Felipe Vieira deixa SBT RS

A partir de 2020, o "SBT Rio-Grande 2ª Edição" não contará mais com a apresentação do jornalista Felipe Vieira. O fato se deu pela mudança do apresentador à São Paulo, em decorrência de questões familiares, de acordo com o portal Coletiva.net.

A esposa de Felipe Vieira, Alessandra Chemello, vai começar a trabalhar na capital paulista e, para ficar próximo da esposa e dos filhos, o jornalista sairá do Rio Grande do Sul. "Nada é mais importante que a família, e o mercado de São Paulo é grande e desafiador", destaca o apresentador.

Com a saída do profissional, o jornal passará a ser apresentado interinamente por Marcelo Chemale, que já esteve à frente do jornal por três meses neste ano, por tempo indeterminado.

O "SBT Rio Grande 2ª Edição" vai ao ar de segunda à sexta, às 19h20.

Foto: SBT / divulgação

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

SC: Emissoras trocam de nome seis vezes na década

O novo nome da afiliada da RecordTV em Santa Catarina, revelado na semana passada, acendeu o debate para as constantes modificações nas designações das emissoras no Estado. Só nesta década as quatro maiores emissoras trocaram de nome, sem alterar a afiliação, totalizando seis mudanças. Até o principal colunista sobre televisão do Brasil, Flávio Ricco, do UOL, classificou como “curiosa” as constantes trocas. 

A emissora que mais trocou de nome foi a TV Barriga Verde, com total de três mudanças. Em 2012, alterou para Band Santa Catarina. Em 2016, mudou para TV Catarina. Neste ano, voltou a se chamar TVBV

Por conta da compra do Grupo NC, a afiliada da TV Globo em Santa Catarina mudou nome de RBS TV (Rede Brasil Sul) para NSC TV (Nossa Santa Catarina) em 2017. Neste ano, a afiliada do canal de Silvio Santos também alterou a nomenclatura. De SBT Santa Catarina para SCC SBT (Sistema Catarinense de Comunicações, o mesmo nome do grupo que controla o canal). Por último, agora em dezembro, a troca da RICTV Record (Rede Independência de Comunicação) para NDTV (Noite e Dia). 

Além da mudança de nome, como bem observaram alguns internautas, Santa Catarina é um estado onde as maiores emissoras se nomeiam por siglas: NDTV, NSC TV, SCC SBT e TVBV. Segundo as normas da língua portuguesa a RIC TV era um acrônimo, pois se permitia uma leitura silábica (“riqui”). 

O desafio é fazer os telespectadores e anunciantes “gravarem” os novos nomes e criar uma relação de proximidade/identidade com as emissoras, segundo fontes do mercado publicitário ouvidas pelo SulBRTV. “Quando visitamos um cliente é comum ele falar um nome antigo do canal ou ainda a cabeça de rede, como Globo, SBT, Band ou Record”, afirmou um publicitário. "É um desafio agora para todas. É natural do mercado ter essas mudanças da tentativa de ficar cada vez mais próximo do regional, seja por conteúdo ou pela mudança significativa de nomes como aconteceu, mas é um grande desafio fazer a manutenção das marcas  a partir de agora", opinou outro.